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Família afirma que Rubens Nascimento esteve com o assassino antes do crime

A família de Rubens Emiliano do Nascimento procurou OBemdito para informar que sua morte não ocorreu devido à ciúmes, como […]

Foto: Redes sociais
Família afirma que Rubens Nascimento esteve com o assassino antes do crime
Redação - OBemdito
Publicado em 8 de abril de 2022 às 19h29 - Modificado em 22 de maio de 2025 às 09h25

A família de Rubens Emiliano do Nascimento procurou OBemdito para informar que sua morte não ocorreu devido à ciúmes, como tinha sido cogitado por testemunhas e informado à Polícia Militar. O umuaramense foi assassinado com golpes de facas na manhã do último sábado (5), na cidade de Sorocaba.

Quando os policiais chegaram a vítima já estava sem vida no local. O acusado fugiu e não foi localizado pela polícia. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e OBemdito não conseguiu detalhes da investigação.

Andrey Henrique Nascimento Avelino, sobrinho de Rubens, disse que a família está enlutada e ainda não acredita que ele tenha sido vítima de um crime tão cruel assim. Conforme o familiar, a morte ocorreu por uma traição (no sentido de deslealdade) do homem que, até então, era considerado amigo de Rubens.

Débora, esposa de Rubens, enviou um áudio a OBemdito através do sobrinho, onde faz um breve relato do crime. Ela afirma que por volta das 4h15 da madrugada Rubens saiu para buscar o amigo. Os dois chegaram as 4h20 e ficaram bebendo até pouco antes das 7h da manhã, sentados na frente da casa, dentro do quintal.

Ela disse que, quando a cerveja acabou, os dois saíram e foram para a casa do acusado, chegando lá as 7h. De acordo com Débora, às 7h06 as câmeras mostram o suspeito saindo correndo da casa com a faca na mão – neste momento ele já teria cometido o crime.

Débora ainda afirmou que enquanto os dois estavam em sua casa não houve confusão, nem discussão. “Eles estavam falando baixinho, não teve nenhum tipo de desavença. Ele levou ele [Rubens] para matar lá”, explicou.

Andrey solicitou uma correção: o crime não aconteceu no bairro Cajuru e sim no bairro Nilton Torres. O sobrinho ainda disse que o tio era um homem trabalhador e pai de família. “Não tinha maldade com ninguém”, finalizou.

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