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Réu é condenado a mais de 51 anos de prisão por crimes em Cafezal do Sul

Erick Hirome Dias, 31 anos, foi condenado a 51 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, além de 70 […]

Foto: Reprodução do Youtube - TJPR
Réu é condenado a mais de 51 anos de prisão por crimes em Cafezal do Sul
Redação - OBemdito
Publicado em 17 de janeiro de 2024 às 20h25 - Modificado em 20 de maio de 2025 às 17h47

Erick Hirome Dias, 31 anos, foi condenado a 51 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, além de 70 dias-multa, após ser submetido a uma sessão de julgamento na última terça-feira (16). O júri aconteceu no Fórum de Iporã e teve mais de 11 horas de duração.

O réu era acusado de cometer dois homicídios e tentativas de homicídio em Cafezal do Sul. A situação aconteceu no dia 30 de outubro de 2022 logo após ser divulgado o resultado das eleições presidenciais.

Erick foi condenado por dois homicídios qualificados, dois crimes de disparos de arma de fogo (as tentativas de homicídio não foram aceitas) e por porte de arma. Ele estava detido em Campo Mourão e segue preso.

No julgamento, Erick falou bastante sobre problemas que enfrenta e medicamentos que ingeria regularmente. O réu assumiu os crimes, mas alegou não lembrar de tê-los cometido em virtude de ter feito uso de remédios e de bebida alcoólica.

Ao não aceitar o resultado do processo eleitoral, o homem de 31 anos, matou uma mulher de 51 e feriu outro homem de 53 anos, que acabou falecendo dias mais tarde no hospital. Ele também atirou contra outras três pessoas pela rua. Depois disso, fugiu da cidade. O acusado foi preso na manhã seguinte em um hotel na cidade de Campo Mourão. Com ele estavam a arma do crime e munições.

O delegado de Iporã na ocasião, Thiago Soares, divulgou um vídeo sobre a conclusão do inquérito policial. Ele explicou que o acusado pelo crime, que agiu por motivação política, sofria de distúrbios mentais e fazia uso de medicamentos controlados. Além disso, também possuía licença de arma de fogo como CAC (Colecionadores, Atiradores e Caçadores).

“Testemunhas narram que o autor possuía um histórico de distúrbios psicológicos e utilizava de medicação controlada e tais atos descontrolados eram frequentes, mas nunca haviam ocorrido de forma mais grave como a forma que ocorreu”, afirma Soares.

É possível assistir a sessão de julgamento através do vídeo abaixo:

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